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0 commentquinta-feira, 29 de março de 2012
Fique atento às datas para a Olimpíada Brasileira de Informática
A Sociedade Brasileira de Computação (SBC) anunciou no final de 2011 a realização da Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) em 2012, uma competição organizada nos moldes das outras olimpíadas científicas brasileiras, como Matemática, Física e Astronomia. O objetivo da OBI é despertar nos alunos o interesse por uma ciência importante na formação básica hoje em dia (no caso, ciência da computação), através de uma atividade que envolve desafio, engenhosidade e uma saudável dose de competição. A organização da OBI está cargo do Instituto de Computação da UNICAMP.
Confira as datas de cadastro de escolas, registro dos competidores e provas aqui.


Fonte: olimpiada.ic.unicamp.br

0 commentterça-feira, 20 de março de 2012

Desde o princípio da aplicação do ENEM, ocorreram alterações no exame, e a mais evidente é a mudança do nome das matrizes dos conteúdos. A partir dela, as perguntas, antes agrupadas em disciplinas, passaram a ser separadas por grandes áreas. Questões sobre as disciplinas de História, Geografia, Filosofia e Sociologia são elencadas na área de Ciências Humanas; as de Biologia, Física e Química, na área de Ciências da Natureza; e as disciplinas de Português, Literatura, Línguas, Artes e Educação Física, na área de Linguagens e Códigos.

Mas e a Matemática, onde foi parar? Ela possui uma área destinada somente para ela: Matemática e suas Tecnologias. Esta área abarca 45 questões do exame e, de acordo com o MEC, compreende sete competências, que devem ser trabalhadas no decorrer do Ensino Médio. Vale ressaltar que mesmo a Matemática tendo uma área destinada a ela, ainda assim ela tem grande presença nas outras áreas, em forma de gráficos e tabelas, dados estatísticos, expressões e fórmulas que representam fenômenos.

Estas competências podem ser verificadas no edital do ENEM. Elencaremos aqui as competências relacionadas à área de Matemática e suas Tecnologias:

• Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais;

• Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade e agir sobre ela;

• Construir noções de grandezas e medidas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano;

• Construir noções de variação de grandezas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano;

• Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas;

• Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência, extrapolação, interpolação e interpretação;

• Compreender o caráter aleatório e não determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos adequados para medidas, determinação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações de variáveis apresentadas em uma distribuição estatística.


Analisando cada uma dessas competências, vemos que a prova de matemática trata-se de uma avaliação totalmente contextualizada e interdisciplinar. Em outras palavras, a disciplina deixou de ser um instrumento voltado somente para a matemática, passando a ter sua aplicabilidade em situações sociais. Para isso, a prova exige uma capacidade que vai além do conteúdo, fazendo com que o aluno desenvolva um raciocínio lógico acerca dos problemas levantados nas questões.

Sendo assim, fica evidente o principal objetivo do ENEM, que é o de reformar o Ensino Médio, mudando a forma como os colégios abordam o seu ensino, atualmente voltado para vestibulares que focam apenas o conteúdo. Ou seja, o ENEM busca promover uma avaliação que incentive os colégios a abandonarem esta educação conteudista, para que assim possam ser formados alunos que compreendam os fenômenos, resolvam problemas e desenvolvam um raciocínio lógico por meio de reflexões acerca destas competências.
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Explicações, notícias, simulados, provas, gabaritos, correções, videoaulas são algumas das ferramentas que o Vestibular Brasil Escola já disponibiliza para auxiliar na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  Este ano buscamos outra novidade: dicas para que vestibulandos e estudantes em geral possam aperfeiçoar seus estudos para o Enem.
Cada vez mais instituições de ensino superior adotam o Enem em seus processos seletivos, seja parcialmente ou na totalidade. Por isso, a preparação para o exame se tornou uma preocupação para muitos. O Vestibular Brasil Escola busca, mais uma vez, ajudar nos estudos daqueles que querem conseguir boas notas.
Gostou? Então aproveite bem as dicas. Bons Estudos!
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Secretária estadual da Educação, professora Betania Ramalho, participa nesta terça-feira (20), 11h, no Palácio do Planalto, em Brasília, da solenidade de lançamento do Programa Nacional de Educação no Campo (Pronacampo).

O evento terá a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff. O programa visa impulsionar a qualidade da Educação Rural e prevê a construção e reforma de escolas, qualificação de professores e a criação de grades curriculares e disciplinas específicas, adaptadas a realidade dos estudantes que vivem na zona rural.

Entre as atividades previstas está a produção de material didático específico para a as escolas rurais, que abordem os temas da realidade do campo. Até este ano, os estudantes recebiam os mesmos livros que eram enviados ao restante do país.

As escolas localizadas em áreas rurais respondem por 12% das matrículas de Educação Básica no país. Cerca de 11 mil escolas do campo ainda não contam com luz elétrica, número que representa 15% do total. Segundo relatório do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a maioria também não tem laboratório, biblioteca ou espaços de lazer.

Acompanha a secretária Betania Ramalho, a coordenadora estadual de Educação no Campo, professora Francisca Ednaide de Souza Rêgo.

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RN alcança grande participação na declaração de dados no Censo Escolar 2011 
2ª etapa do Censo Escolar 2011 é encerrada em todo o país e o Rio Grande do Norte alcança resultado de 98,91% de declarações dos dados educacionais no sistema Educacenso, com as escolas concluindo a Situação do Aluno, informando o movimento e rendimento escolar.

O encerramento ocorreu no último dia 13 de março. Nesta segunda (19), inicia-se o período de retificação dos dados da 2ª etapa do Censo Escola – Situação do Aluno. O sistema Educacenso reabrirá para que as escolas possam retificar, caso necessário, os dados declarados.

A Secretaria Estadual da Educação, em esforço conjunto com as DIRED, UNDIME (União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação), Prefeituras e Secretarias Municipais de Educação, celebra as parcerias exitosas e destaca os esforço empreendidos pelas escolas públicas e privadas pelo cumprimento da Portaria nº 98 de 29 de abril de 2011-INEP/MEC que dispõe sobre as atividades do processo de execução do Censo Escolar da Educação Básica.


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Criança tomando banho
 Aprender Brincando é Possível:
As coisas mais simples e sutis do nosso dia-a-dia, tem uma eficiência muito grande no desenvolvimento das crianças. Com interesse, vamos descobrir que o aprender infantil depende muito da vontade do adulto, e pode mesmo nem precisar de métodos complicados e caros para isto.

 Como os Bebês Realmente Aprendem a Falar:

Você certamente já ouviu que, quando estão aprendendo, crianças são como esponjas; Eles absorvem tudo. Mais ainda, aprendem através da imitação! Não há como ser de outra forma; só podemos aprender imitando!

Nas primeiras seis semanas de um bebê, ela começará a reconhecer quem é sua mãe; será estimulada pelos sons mais altos e audíveis, e escutará as vozes das pessoas mais próximas.

Durante os três primeiros meses de uma criança, ela aprenderá a sorrir; mostrará interesse pelas coisas à sua volta, se divertirá observando o rosto das pessoas, e começará a acompanhar o movimento de coisas ou pessoas com seus olhos.

Assim não é surpresa, que os bebês aprendam os fundamentos da linguagem durante seus primeiros nove meses; mesmo que eles não falem palavra alguma.

A Atividade a seguir, é um bom exemplo de como você pode ajudar seu bebê a desenvolver as bases elementares da linguagem.



 Esconde-esconde na Banheira

Como vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória.

Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança.

"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.
"Você está pronta para nossa brincadeira especial?"

Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá uma gargalhada.

Ele diz: "Vamos brincar de Cadê-você," e coloca a toalha na frente do seu rosto, de modo a escondê-lo dela.

Vitória estende a mão e toca no alto da cabeça dele.
O adulto diz, "Cadê-você, Vitória, não consigo ver você."

Ele baixa um pouco a toalha de modo que seus olhos fiquem à vista. Vitória dá um grito de alegria.

Ele cobre seus olhos outra vez e diz, "Cadê-você, Vitória... ainda não consigo ver você."
O Adulto pega a toalha e leva na direção dela dizendo, "Agora é sua vez Vitória."

Ela pega a toalha e coloca-a na frente do seu próprio rosto, imitando-o.
O adulto então dirá: "Onde está Vitória?"

Vitória derruba a toalha na banheira deixando-se ver, e bate com as mãos agitando a água. Ela balbucia para o adulto: "Dadadada. Dabababa."

Ele diz, "Acho que você está dizendo que está cansada de brincar de Esconde-esconde. Vamos brincar com seu Patinho e sua esponja?"


Como muitos bebês, Vitória está aprendendo sobre linguagem, da seguinte forma:
  • Ela sabe que é divertido brincar com outra pessoa.
  • Ela levanta os olhos quando o adulto diz o seu nome.
  • Ela sorri quando o adulto sorri para ela.
Eis como o responsável pela criança, ajuda no desenvolvimento de sua linguagem:
  • Falando com ela durante uma atividade diária - Que pode ser A hora do banho;
  • Dizendo seu nome várias vezes, de modo que ela se familiarize com o mesmo e aprenda a reconhecê-lo quando alguém o pronunciar;
  • Repetindo várias vezes a brincadeira, e então encorajando ela quando diz, "agora é a sua vez de jogar!"
  • Respondendo aos seus balbucios como se soubesse o que ela está dizendo.


Autor:
Site de Dicas 
 
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"Um animal irracional é domesticado pelo medo e recompensas, não precisamos imitá-los..."




mãe lendo para o filho

"Será que que toda inutilidade que sabemos para nada servir também precisamos ensinar para as crianças?"
Dentro de um mundo que chamamos de "mundo das aparências", um cenário ideal criado pela sempre faminta indústria do "vender qualquer coisa", onde se incluem objetos, idéias e ideais, a construção de uma personalidade "batizada", quer dizer condicionada, tornou-se sua principal meta existencial.

Observe o mundo artificial que criamos para nossos pequenos. Os personagens não são de verdade, os objetos são modificados, com uma aparência bizarra, que classificamos como engraçados. Quem define o que é engraçado, nós ou as crianças? Quem cria o engraçado, nós ou nossas crianças? Claro que não são elas, elas são os consumidores, o alvo de tais criações. Assim, se somos nós, não se trata tão somente de uma forma de condicioná-las? Idealizamos o engraçado, damos forma a esse engraçado, depois só nos resta convencê-las de que aquilo é de fato engraçado, e está feito.
A mesma coisa é válida para as fantasias, os reinos mágicos, encantados, criados para entretê-las. O que esperamos obter com isso ainda não sabemos, e se há algum ensinamento educativo, ético, o que seja, que esperamos conseguir com tal prática, aparentemente ainda não logrou o desejado, pretendido e didático efeito.

Para uma imensa, bem estruturada e sólida indústria, a mesma que cria tais fantasias e mundos abstratos, há um efeito, e este conhecemos bem, o lucro. E há todo um corpo docente, os criadores, a tentarem nos convencer que essa é a coisa certa. Diversão está muito distante de ilusão. Diversão é uma coisa, disso toda criança carece, mas ilusão, mentiras, fantasias inexistentes, não. Não se constrói uma realidade em cima de uma fantasia. Não se vislumbra um mundo melhor, mais justo, ciente de seus problemas e conseqüentes soluções, em cima de um mundo irreal, sem problemas, que mais se adequa como um estímulo a indiferença, ao comodismo.

Uma criança, e mesmo um jovem, pré-adolescente, ou mais velho, desconhece os problemas dos seus pais, dos adultos, desconhecem mesmo a sua fisiologia. Acreditamos que elas não são incapazes de assimilar tais informações, e, no entanto, criamos fantasias fantásticas para preencher seus dias, roteiros bizarros de coisas desnecessárias e inexistentes, e mesmo vendo como interagem com as novas tecnologias, provando que pensam rápido e de forma lógica, melhor que a maioria dos adultos, ainda assim, insistimos em lhes negar a realidade que terão pela frente, alegando que não é chegada a hora.
Não somos nós, mas, as autoridades, os regentes do conhecimento, que nos dizem o que fazer, o que pensar, o que sonhar, o que desejar, como se fossemos brinquedos sofisticados movidos aos seus impulsos e ordens. Apenas seguimos o roteiro, obedientes, submissos, tementes de questionar o porquê de cada uma dessas coisas. De perder é o nosso receio, seja uma ideologia, seja uma crença, seja o que for. Apoiamos-nos na autoridade de uma tradição na esperança de que nos dê força para também dominarmos, nossos filhos, nossas relações, quem estiver em nosso entorno.

Formar crianças livres e felizes não é nossa meta, não temos nenhuma meta, apenas seguimos ordens, a chamada "opinião oficial", metas alheias, cujas origens desconhecemos, e os resultados são meros acasos. Ser bem sucedido, ter uma profissão rentável, um padrão de vida material razoável, é a promessa que nos impulsiona, que rege nossas aspirações.
Locutor de rádio
"Se para descobrirmos o que vem a ser Bom Senso dependemos da condução dos meios de comunicações, então, estamos perdidos" 
E isso repassamos para nossos filhos. Mas não nos ocorre, questionarmos porque a maioria de nós, a despeito de seguirmos à risca a "cartilha", ainda não logrou pleno êxito em sua vida pessoal. Mas há a esperança de dias melhores, e como cegos seguindo um cão guia, nos encolhemos na acomodação, na crença de que as autoridades, as mesmas que ditam nosso destino, até o fim dos nossos dias, estejam zelando para um dia isso se concretizar.

Eis nossa herança para nossos filhos. Uma criança não compreende porque sua mãe muda tanto de humor em certos períodos do mês. Os conflitos são inevitáveis, produto de uma ignorância instituída, premeditada, cego guiando cego, quando a simples instrução, até como forma de respeito, resolveria de vez o problema. TPM, ou Tensão Pré-Menstrual, poderíamos explicar para nossas crianças que suas mães padecem de tal transtorno, natural, normal, comum, parte de suas fisiologias, nada de absurdo, mas que é capaz de transformar seu estado emocional, tornando-a mais sensível, irritadiça, ansiosa, nervosa, o que pode fazer parecer, para filhos e filhas ignorantes, que é coisa pessoal?

Não estaria nessa simples explicação a solução de muitos problemas de relacionamento entre mães e filhos, e filhas? Se é um problema para os adultos, que já conhecem o problema, imagine para crianças, sensíveis, emocionalmente instáveis, que tendem a tudo levar para o lado pessoal?
mulher com dor de cabeça

"A mais importante coisa da existência humana deveria ser a harmonia nos relacionamentos"
Fazê-las compreenderem tal estado hormonal, físico, emocional das mães, evitaria muitos transtornos, e estas poderiam efetivamente ajudar a mesma a superar de forma menos traumática tal ciclo. Se elas compreendem como programar um computador, não estariam também aptas a compreenderem esta coisa, infinitamente, bem mais simples?

E sobre os problemas da velhice, isso também não faz parte dos seus dias, não é o futuro de cada uma delas, pelo menos da maioria? Compreender, conhecer os problemas da velhice, ou boa idade, ou qualquer outro nome que se institua, não as tornariam mais tolerantes, mais dispostas a conviverem sem conflitos com os mais velhos? Conhecer os problemas de cada idade, não as tornariam mais humanas, mais responsáveis, mais naturalmente disciplinadas e comprometidas com o bem estar social, que no final é o delas mesmo?
Estudar os limites de compreensão de cada idade, o que cada faixa etária é capaz de assimilar, isso deveria ser um quesito da grade curricular regular. Do mesmo modo que se institui adequação de brinquedos, filmes e programas por faixa etária, porque não instituir uma adequação daquilo que cada indivíduo em crescimento é capaz de assimilar? Por que os pais esperam pelos educadores, e os educadores esperam pelos especialistas, e os especialistas esperam pela oportunista indústria dos padrões de entretenimento, para então lhes informarem o que devem fazer? Informarão estes a coisa certa ou apenas aquilo que lhes convém? Eis o que ocorre.

Em nossa pauta de aprendizado há espaço para tudo. Para brincadeiras, para experiências pessoais, para nossas crenças, mas, devemos considerar o ensino como uma forma de instrução e não de lavagem cerebral. Ensinar nossos filhos pela forma mecanicista, onde não precisam pensar para executar, onde basta ser capaz de imitar, onde não consideramos aquilo que são capazes de assimilar, mas sempre o que são capazes de reproduzir como animais amestrados, não é educação, mas para construir mundos de mentira, repletos de fantasias bizarras, serve. O que podemos esperar depois senão que construam um mundo igualmente bizarro? 



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